domingo, 29 de agosto de 2010

Concretizar o "VOCÊ pra mim & Eu pra você"

Eu deixo tudo pra você já que eu quero mais. Eu deixo tudo pra você já que é a minha paz!

É como se houvesse uma necessidade grande que colocar uma coleira e dizer que esse alguém que você tanto ama é só teu! É deixar claro com uma grande etiqueta escrito "Não toque. Tem dono!".
É uma necessidade tão gostosa, que a gente sonha de olhos abertos e sabe bem quando está perto de acontecer.
Quando se sentir assim saiba que quer tomar posse de alguém e que há uma reciprocidade no sentimento.
Você deita e aperta o travesseiro com os dois braços. Você acorda inspirado em plena segunda-feira. Você abraça, beija, aperta a mão, diz que não se imagina sem, faz toda uma declaração em meio a várias pessoas achando que é invisível e que ninguém está notando o seu jeito louco de dizer que está muito mais do que "afim".
No meu caso, eu tenho essa necessidade de estar perto, de tocar, de larga o msn com direcionamento certeiro e com brilho nos olhos o caminho inteiro, até eu encontrar e poder fechar os olhos e não ter tanta necessidade de ver o que eu posso tocar.
É. Esse sentimento de querer concretizar o "você pra mim e eu pra você" é inexplicável. Simplesmente inexplicável.

"Cada célula. Todo fio de cabelo. Falando assim parece exagero, mas se depender de mim eu vou até o fim!"

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Sobre o amor

É aquele cigarro que queima aos poucos, trago por trago, até que você traga mais fogo para poder reascendê-lo.

É um sentimento ainda não descoberto em inúmeras tentativas de definição, seja pelo leigo ainda não apaixonado ou pelo apaixonado-mor.

...



Uma boa introdução para quem não quer mais pensar que o amor é passageiro e não-instável.

Introdução essa que vivo no momento, pois depois de muito quebrar a cara é que encontrei a reciprocidade. Uma via de duas mãos. Sabe aquele amor que vai e volta em dobro? É isso aí!

Numa conversa, imaginária, em um bar com amigos, tentávamos entender sobre os vários tipos de amor, mas, como já esperado, falamos, alteramos as vozes, expusemos pensamentos que vinham de todos os lados e quase que patenteamos uma pré-conclusão: O amor é misterioso e ponto. Sorte (ou pena) que, como disse ali em negrito, a conversa não existiu (só estou imaginando alguns bêbados falando sobre amor) porque talvez iríamos falar a noite inteira e não chegar a conclusão alguma.

Num resumo: O amor é importante, muitas vezes cruel. O amor é involuntário, inconsciente.



Mas eu gosto tanto dele!





Marlon Fernando,