domingo, 19 de setembro de 2010

Paralelando comigo.

Tenho mais facilidade pra externar os sentimentos ruins ou não tão bons. Talvez isso deva-se ao fato de em minha vida eu não querer tempo pra registrar os sentimentos bons e ao invés disso querer esse tempo para vivê-los. Eu idealizo dias perfeitos e sei que a cada dia temos a chance de torná-los assim. Fraco e oprimido é aquele que tem medo de ser feliz e pensa sempre mil vezes antes de agir. Eu bebo quantos drinks quiser, eu fumo quantos cigarros quiser e beijo quem eu quiser na balada que eu quiser na frente de quem eu quiser. Sei que vai gerar consequências todos os meus atos, assim como sei que estarei sempre a observar o que os outros fazem, porém também sei que nenhuma crítica dura a vida inteira. Um dedo apontado em teu nariz são três dedos apontados em direção a quem aponta e isso também não quer dizer nada. Quem provar que está intacto sobre o poder dos dias que apresente a teoria para obter meu total respeito. Eu vim ao mundo e não me foi dado nenhum manual de instruções, assim como também não vim com nenhuma etiqueta pregada em mim. Se eu tivesse asas, voaria até o necessário sejam eles quais forem.
Sou grato por tudo o que ando vivendo. Dias perfeitos sempre podem melhorar!

Beijos!

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Eu, um papel, uma caneta azul e um cigarro que não é meu.

Tenho várias coisas pra falar, mas se eu paro alguns segundos e me coloco em frente a um expulsa-demônios (como gosto de chamar o que me dá poder de expressão), eu simplesmente, deixo meus pensamento intactos e no "mute".
É que as vezes há tanta necessidade de falar de sentimento, de saudade, de amor, de tristeza e bla bla bla que acabamos sendo repetitivos e dizendo a mesma coisa que acabamos de twittar, acabamos de postar no fotolog, em comunidades do orkut ou sei la.
Já reparou que na maioria das vezes que você senta seus dedos no teclado para postar algo amplo sobre teus pensamentos, sempre acaba falando de amor? Então.
Sendo assim, decidi falar de mim e excluir desse texto todo meu lado amoroso ou algo parecido com isso, mas demorei pelo menos uns 5 minutos pra escrever uma linha de qualquer texto mentiroso e sem sentido.
Meus textos, desde meus 13 ou 14 anos sempre incluiu amor, mas em uma força sempre triste , onde o amor gostava de vestir-se de desamor e quebrar a minha cara e deixar grandes ematomas. Sempre escrevendo para eu mesmo ler e ver o quão sofrido eu era, o quão apaixonado eu era e o quão a pessoa não correspondia nunca. Por ora mudei o tema e agora falo de amor. Ta era o mesmo tema antes, mas agora aquela fantasia que ele vestia não o serve mais e eu me dei bem. Nesse capítulo, vos apresento um Marlon feliz, onde ele conhece diversas formas de amar e ser correspondido. Tudo bem que ele ainda escreve nas entrelinhas, mas de uma maneira bem transparente e visível ele direcionada a apenas dois olhos que enxergam perfeitamente cada letra do recado e o manda de volta. Eu tomo rumo, eu subo ao topo, eu paro e pairo e o pensamento, mas eu também durmo e janto único sentimento abstrato porém vermelho e que move montanhas sim. Se eu me visto ou fico nú tem um significado. Se eu transbordo alegria tem um sentido. Se eu acendo um cigarro e tiro todo o meu perfume é porque sei o que eu quero e sei o que quer e sei que isso não me fará perder. Afinal, eu não estou jogando e meus dedos não escrevem átoa.

"Eu bebi saudade a semana inteira!"

terça-feira, 7 de setembro de 2010

Sou péssimo com títulos.

Eu quero a sorte de um amor tranquilo..

.. Com sabor de fruta mordida. Com a paz do silêncio e com a alegria do barulho. Um amor com reciprocidade plena. Com exagero no que é bom e dosagens fortes de olhares eternamente apaixonados. Eu quero a sorte de um amor tranquilo com todo o cheiro do perfume, com o olhar cansado e o sorriso sincero, por mais que esteja amarelo. Eu quero olhar nos olhos e ficar em silêncio. Eu quero gritar na chuva que eu te quero loucamente dentro de casa. Eu quero cantar um canção brega e dizer que é pra você... Escrever cartas e rabiscar nas paredes corações com nossas iniciais. Eu quero a sorte de um amor tranquilo e dormir em teus braços (que faça o mesmo nos meus). Quero poder lamber tua pele e implorar que não me faça cócegas. Não quero que reclame do meu cigarro. Eu quero tudo de bom e ao mesmo tempo quero nada de ruim. Quero que acredite em mim quando digo que te quero e não quero mais ninguém. Eu não quero um amor com omissões ou mentiras ainda que eu acredite que quem atira também morre. Eu quero a mais pura verdade, ainda que ela seja dura. Eu quero a sorte de um amor tranquilo. Nós na batida, no embalo da rede...

MATANDO A SEDE NA SALIVA!

Pensamentos altos.

Pouco me importa se vou ganhar ou perder. Eu quero é jogar. Jogar com todas as fichas, todas as armas e todos os truques que me vierem a mente. Não fico pra tras nunca, até porque o que pode me render é meia duzia de pontos negativos que eu consigo recuperá-los em um próximo jogo.
O xis da questão é que estou jogando de maneira, supostamente, errada. O xis da questão é que estou jogando com o coração e ele costuma perder.
Numa breve conversa acordamos que o cérebro será sua salva-guarda, pois qualquer ferimento grave que o mesmo tenha eu caio fora do jogo. Abro desistência sem pensar mais de uma vez, porque as regras são claras e eu não vim com uma etiqueta pregada em mim, mas fiz questão de introduzí-la.
Costumo ser tolerante, calmo, compreensível, mas tolo nunca! Sou bastante ligado a tudo e isso é o que me pega. Não me venha com cartas debaixo da manga!

domingo, 5 de setembro de 2010

Where it is my label?

Digo com certeza do que falo uma das poucas vezes que tenho tanta certeza acompanhada de coerência: Eu deveria ter vindo ao mundo com uma etiqueta pregada em mim.
Etiqueta essa que deveria conter informações de suma importância que em prévia alertaria o perigo de mexer com o desconhecido que sou. É como se houvesse necessidade de uma introdução para que quem se aproximar já esteja ciente de que corre o risco de não gostar e poder optar se quer usar esse frasco, desconhecido, ou não.
Daí poder ter a certeza de que não irei ouvir um "mas não pensei que fosse assim" ou "me iludi" sem poder dizer "Não te obriguei a nada! Estava aqui escrito!".
Eu deveria ter em mim uma etiqueta, uma introdução e um manual de instruções, talvez assim eu poderia me sentir seguro ao me relacionar com qualquer pessoa, pois antes de todo e qualquer início ia poder indicar a leitura de tais informações e, novamente digo, ter a certeza de que quem se arriscar a me entender corre o risco de gostar e ou não, mas não pode me culpar por (des)amor.

"Eu vou pagar a conta do analista, pra nunca mais ter que saber quem eu sou"