domingo, 5 de setembro de 2010

Where it is my label?

Digo com certeza do que falo uma das poucas vezes que tenho tanta certeza acompanhada de coerência: Eu deveria ter vindo ao mundo com uma etiqueta pregada em mim.
Etiqueta essa que deveria conter informações de suma importância que em prévia alertaria o perigo de mexer com o desconhecido que sou. É como se houvesse necessidade de uma introdução para que quem se aproximar já esteja ciente de que corre o risco de não gostar e poder optar se quer usar esse frasco, desconhecido, ou não.
Daí poder ter a certeza de que não irei ouvir um "mas não pensei que fosse assim" ou "me iludi" sem poder dizer "Não te obriguei a nada! Estava aqui escrito!".
Eu deveria ter em mim uma etiqueta, uma introdução e um manual de instruções, talvez assim eu poderia me sentir seguro ao me relacionar com qualquer pessoa, pois antes de todo e qualquer início ia poder indicar a leitura de tais informações e, novamente digo, ter a certeza de que quem se arriscar a me entender corre o risco de gostar e ou não, mas não pode me culpar por (des)amor.

"Eu vou pagar a conta do analista, pra nunca mais ter que saber quem eu sou"

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