sábado, 19 de fevereiro de 2011

Looking for a thousand reasons to invade you

Costumava me dar bem com os sentimentos, até porque nunca havia os provado ao fundo, nunca havia os sentido a flor da pele. Alguns são simplesmente inexplicáveis, como esse que eu sinto agora. Eu sempre gostei de escrever e sempre escrevi sobre amor e desamor e imaginações que ferviam em minha cabeça o dia inteiro. Apenas imaginações e não lembranças, que fique claro! O primeiro relacionamento que tive foi com alguém que eu realmento amei/amo demais e hoje sei comparar bastante (não o suficiente pra conseguir entender essa minha abstinência, mas o suficiente pra ver que até o lado ruim é importante conhecer) o que há entre o caso de "lembrar como foi" e "imaginar como seria".
Durante oito anos passei imaginando como seria ter comigo todos os dias e com juras e juras de "forever" uma pessoa que eu, no fundo, sabia que jamais estaria comigo. Nessas minhas, diríamos, surtadas imaginações eu sempre acabava ficando bravo com a pessoa mesmo sem a mesma não ter uma vírgula de culpa na história, até pelo fato de não saber que havia, da minha parte, intensões além de amizade. Resumindo o final dessa história: Isso foi importante pra eu entender que eu viajava na maioneses e que nunca tive motivos pra isso, pois nem esperanças havia.
Anos foram passando, os dias nos ensina muito, a distância não traz o esquecimento, mas seu nome já diz tudo"distancía", logo, transforma um sentimento em outro e de amor passa a ser carinho, respeito, amizade, ou nada. No meu caso não tinha como virar amizade se sempre foi amizade, como disse era apenas coisa da minha cabeça e NÃO HAVIA ME DADO ESPERANÇAS PRA PENSAMENTOS ALÉM DE AMIZADE.
Enfim, anos se passaram, eu já não acreditava muito que um dia eu estaria com uma pessoa que eu realmento amo, e que quero ela todos os dias comigo, até porque gostar de alguém durante 8 anos, não é mole não. Você meio que perde esperanças de algumas coias...
Foi aí que levei um empurrão da vida pra que eu pudesse olhar ao meu redor e acabei conhecendo uma pessoa maravilhos, que me fez reviver um sentimento tão legal. Eu poderia apelidar essa pessoa de fênix, porque o sentimento estava morto por tanto tempo e quando surgiu, fez esse sentimento bom renascer das cinzas e veio ainda mais forte (e põe mais forte nisso). Vivemos coisas maravilhosas, brigamos por motivos idiotas e por motivos necessários. Temos pensamentos diferentes, cabeças duras e orgulho não nos falta!
Durante essas, talvez, duas semanas eu não consigo parar de lembrar como foi e me pego chorando muitas vezes, outras vezes me pego querendo sumir das vistas dela e ainda tem aquelas horas que tudo o que eu queria era sumir com ela e esquecer que somos diferentes e nos transformar em apenas um, com nosso mundo, nossos amigos e nada que possa nos vir a atrapalhar. Hoje, eu imagino como seria se a gente pudesse ouvir um pouco mais um ao outro e se fossemos cada vez mais honestos com nós mesmo e fico a lembrar como foi bom estar com nos teus braços.

Infelizmente, mesmo sabendo o que eu quero e por mais confuso que pareça eu não sei exatamente nada do que eu quero. Eu só não posso esperar a vida inteira e muito menos ouvir palavras vazias. Pior ainda? É não poder dizer nada, porque estou magoando alguém que eu tanto amo por talvez não ser bem isso que ela quer.

3 comentários:

  1. NOOSSA o MARLON adora fazer a emoci né ? ALOOCA , aoeuoieoaueiae' fico close be , A-RRA-ZO! <3 *.*

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  2. Este comentário foi removido pelo autor.

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  3. Bela forma de expressar se, adorei seu blog, beijos.
    ps:to te seguindo (:

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