O título é auto-explicativo. Conto meus contos alguns com mais pontos outros com menos pontos. Meu alimento são as entrelinhas.
domingo, 9 de janeiro de 2011
The End.
Pior dia dos meus últimos anos. É como se você entendesse que é a melhor escolha, mas existe um algo tão forte dentro de você te faz chorar por ter que tomar essa decisão. Enfim... Eu não sei o que dizer, nem sei há o porque dizer. Só espero todos os meus amigos num só abraço porque eu vou precisar.
O que será que acontece pra gente um dia não se querer mais? Eu só queria um pouco de paz...
quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
Um dia desses...
E quando você abraça, mas só consegue sentir um vazio imenso? E quando você externa o melhor de você mesmo e vê que a pessoa está mostrando o melhor dela, mas não consegue te afetar? Pior que não amar é forjar amor. É forçar. É uma maneira inoscente de ser ruim, de estar pouco se importando com alguém. Uma maneira inocente, mas por ora tão ofensiva quanto quem declara desamor. Existe um sentimento bom, é claro que existe, e ele se chama carinho, mas amor é tão longe disso, tão distante que ainda nem foram apresentados um ao outro.
"Se eu tivesse a força que você pensa que eu tenho eu gravaria no metal da minha pele o teu desenho. Feitos um pro outro. Feitos pra durar".
Infelizmente não é bem assim. Eu luto, reluto, brigo, choro, brigo mais ainda, boto fé, tenho esperança, sonho de olhos abertos, rezo, faço promessa, converso, assumo meus erros,... Enfim, mas depois de tudo isso, eu vejo a mesma cena se repetir por mais umas 4X. Sabe quando você vê, mas não entende que não dá mais? E sabe quando você acaba por entender? Não há um lado feliz nessa história. Não há um lado em paz, não há silêncio, olho no olho. Tudo o que você consegue ver é um casal com mais de duas pessoas. Tudo o que consegue ver são receios e medo de dizer que está cansado e não é mais o que quer. Não é mais aquele brinquedo que brilha e encanta os olhos. O lado bom de tudo isso é saber que o carinho pode continuar de ambos os lados.
"To be honest I do not expect you
More than education,
Kiss without passion,
Crime without punishment
Handshake,
Just good friends ..."
"Se eu tivesse a força que você pensa que eu tenho eu gravaria no metal da minha pele o teu desenho. Feitos um pro outro. Feitos pra durar".
Infelizmente não é bem assim. Eu luto, reluto, brigo, choro, brigo mais ainda, boto fé, tenho esperança, sonho de olhos abertos, rezo, faço promessa, converso, assumo meus erros,... Enfim, mas depois de tudo isso, eu vejo a mesma cena se repetir por mais umas 4X. Sabe quando você vê, mas não entende que não dá mais? E sabe quando você acaba por entender? Não há um lado feliz nessa história. Não há um lado em paz, não há silêncio, olho no olho. Tudo o que você consegue ver é um casal com mais de duas pessoas. Tudo o que consegue ver são receios e medo de dizer que está cansado e não é mais o que quer. Não é mais aquele brinquedo que brilha e encanta os olhos. O lado bom de tudo isso é saber que o carinho pode continuar de ambos os lados.
"To be honest I do not expect you
More than education,
Kiss without passion,
Crime without punishment
Handshake,
Just good friends ..."
domingo, 2 de janeiro de 2011
02:43
"Se eu soubesse rezar, seria essa a hora, se eu soubesse rezar como quem chora".
Essa frase, foi uma frase de um texto que eu ensaiei uma vez, uns anos atrás, mas que nunca saiu da minha cabeça. Ela se encaixa perfeitamente em meus dias. Ela vem com uma força que não é dela. E se eu soubesse rezar eu pediria paz, eu pediria não ser tão transparente e não expressar tanto meus sentimentos. Eu pediria força e lâmpadas para clariar o que eu já não vejo mais. Se eu soubesse rezar, realmente, seria essa a hora.
Eu rezaria pelos teus braços porque eu preciso dos teus abraços. Eu preciso que seja inteso assim como eu, os teus sentimentos. Eu preciso que me dê um trocado, e que não venha em valor errado, pra eu comprar tua atenção.
Se eu soubesse rezar eu pediria que não houvesse a covardia e que a omissão fosse escravizada de tamanha maneira que viesse a "pedir água" e contasse tudo o que esconde de mim.
Se eu soubesse rezar seria essa a hora... Hora de resgatar o amor que eu tenho dentro de mim, de encontrar motivos sem fim... Hora de estampar o maior sorriso, amarelado que seja... Hora de encontrar motivos sem fim e não motivos para o fim!
Se minhas orações tivessem voz, nós não estaríamos a sós e o amém seria em tom feliz.
Essa frase, foi uma frase de um texto que eu ensaiei uma vez, uns anos atrás, mas que nunca saiu da minha cabeça. Ela se encaixa perfeitamente em meus dias. Ela vem com uma força que não é dela. E se eu soubesse rezar eu pediria paz, eu pediria não ser tão transparente e não expressar tanto meus sentimentos. Eu pediria força e lâmpadas para clariar o que eu já não vejo mais. Se eu soubesse rezar, realmente, seria essa a hora.
Eu rezaria pelos teus braços porque eu preciso dos teus abraços. Eu preciso que seja inteso assim como eu, os teus sentimentos. Eu preciso que me dê um trocado, e que não venha em valor errado, pra eu comprar tua atenção.
Se eu soubesse rezar eu pediria que não houvesse a covardia e que a omissão fosse escravizada de tamanha maneira que viesse a "pedir água" e contasse tudo o que esconde de mim.
Se eu soubesse rezar seria essa a hora... Hora de resgatar o amor que eu tenho dentro de mim, de encontrar motivos sem fim... Hora de estampar o maior sorriso, amarelado que seja... Hora de encontrar motivos sem fim e não motivos para o fim!
Se minhas orações tivessem voz, nós não estaríamos a sós e o amém seria em tom feliz.
terça-feira, 14 de dezembro de 2010
Desabafos e mais desabafos.
Se os sentimentos fossem sempre para serem ditos eles não vinham abstratos, e sim estampados na testa de um por um, mas vai dizer isso pra mim. Eu penso, logo existo. No meu caso é o contrário: Eu penso, logo deixo de existir. É inacreditável como eu não sei filtrar as coisas que devo dizer.
É claro que é importante externar algumas coisas, alguns momentos que se passam por você, algumas coisas que passam apenas de momentos, mas eu não tenho limites. Eu logo vou dizendo que amo e o quanto amo, mas nem sempre isso é favorável a mim. Nem sempre vão saber entender, e saber cuidar do que acabam de ouvir. Regando, fortalecendo, colhendo e mantendo conforme pede as instrunções da embalagem. Ouvi certa vez que ao me aceitar, aceitou o pacote inteiro, mas por dizer tudo o que bem entendo, eu acabo pisando muito na bola e sei bem disso, mas já parou pra pensar que não piso na bola sózinho? E não querendo justificar minhas loucuras, minhas incertezas, minhas neuroses e fraquezas, mas se parar pra pensar um segundo, vai ficar evidente, se tratando de mim e do tanto que já deixei me conhecer, que não faço por mal, e que tudo o que eu quero é um pouco da tua ausência de filtro também. Que esteja tão transparente quanto a mim, que não se feche quando eu não tenho mais por onde. Que me deixe conhecer o teu maior defeito e que conheça o meu, mas que estajamos disposto a nos encarar. A nos mudar! Ou acha mesmo que gosto do meu lao fraco, inseguro? Nem um pouco. Nem a pau!
E mais uma vez eu entregando um pouco mais de mim. E juro, que eu estou tentando com todas as forças mudar o que nos faz mal, eu juro que estou, mas preciso ver o que eu tanto quero, o que não vejo.
"Preciso de você o mundo inteiro. Agora que já sabe dá um jeito."
É claro que é importante externar algumas coisas, alguns momentos que se passam por você, algumas coisas que passam apenas de momentos, mas eu não tenho limites. Eu logo vou dizendo que amo e o quanto amo, mas nem sempre isso é favorável a mim. Nem sempre vão saber entender, e saber cuidar do que acabam de ouvir. Regando, fortalecendo, colhendo e mantendo conforme pede as instrunções da embalagem. Ouvi certa vez que ao me aceitar, aceitou o pacote inteiro, mas por dizer tudo o que bem entendo, eu acabo pisando muito na bola e sei bem disso, mas já parou pra pensar que não piso na bola sózinho? E não querendo justificar minhas loucuras, minhas incertezas, minhas neuroses e fraquezas, mas se parar pra pensar um segundo, vai ficar evidente, se tratando de mim e do tanto que já deixei me conhecer, que não faço por mal, e que tudo o que eu quero é um pouco da tua ausência de filtro também. Que esteja tão transparente quanto a mim, que não se feche quando eu não tenho mais por onde. Que me deixe conhecer o teu maior defeito e que conheça o meu, mas que estajamos disposto a nos encarar. A nos mudar! Ou acha mesmo que gosto do meu lao fraco, inseguro? Nem um pouco. Nem a pau!
E mais uma vez eu entregando um pouco mais de mim. E juro, que eu estou tentando com todas as forças mudar o que nos faz mal, eu juro que estou, mas preciso ver o que eu tanto quero, o que não vejo.
"Preciso de você o mundo inteiro. Agora que já sabe dá um jeito."
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
Quase Stonehenge
É de suma importância deixar bem claro que não haveria necessidade de ser assim e nem seria assim, se eu conseguisse sentir de volta pra mim todo o sentimento que eu entrego pra você! É como se o fio estivesse sendo cortado, e com o perdão do trocadilho: é como se estivessemos por um fio.
Não sei mais o que dizer; o que fazer; o que pensar; como agir, se parece que nada que eu faça irá mudar a tua forma de ser. Sabe quando você quer muito alguma coisa, mas ao mesmo tempo vê uma grande necessidade de abrir mão dela pra obter a paz tão quista? É mais ou menos isso que está acontecendo comigo. Cada ação traz junto uma reação e cada desamor traz junto uma atitudade de dor. E cada um de nós peca de um jeito.
Fiz o possível pra não me machucar, fiz o possível pra não tornar o meu bem um veneno pra mim, mas parece que a cada segundo que passa as coisas só pioram e não há mais a necessidade da insistência em tanta dor. Eu também não quero te machucar, juro que não. Eu tenho uma justificativa tããão aceitável para o meu jeito, mas não consigo ver a tua, e não é porque é mais fácil tomarmos o nosso partido e tapar os olhos aos outros, não. É que no meu mundo se perdoa de olhos fechados o amor em excesso, mas o desamor (ou a ausência de expressão que faz o amor de disfarçar de DESamor) não consegue tem vez.
Dizer que amo pra mim já tornou-se em vão, parece que nada que eu faça irá tornar essa pedra um pouco abalável. É, a música que eu mais gosto começa a se aplicar em minha vida.
É certo que largar mão de algo que você gosta demais o fará sofrer, porém se já há um sofrimento e não há um abraço apertado para suprir esse espaço, qual seria o menor sofrimento?
e por favor não pense que isso é o que eu quero, eu quero só você, mas quero de corpo e alma!
@MarlonFernando
Não sei mais o que dizer; o que fazer; o que pensar; como agir, se parece que nada que eu faça irá mudar a tua forma de ser. Sabe quando você quer muito alguma coisa, mas ao mesmo tempo vê uma grande necessidade de abrir mão dela pra obter a paz tão quista? É mais ou menos isso que está acontecendo comigo. Cada ação traz junto uma reação e cada desamor traz junto uma atitudade de dor. E cada um de nós peca de um jeito.
Fiz o possível pra não me machucar, fiz o possível pra não tornar o meu bem um veneno pra mim, mas parece que a cada segundo que passa as coisas só pioram e não há mais a necessidade da insistência em tanta dor. Eu também não quero te machucar, juro que não. Eu tenho uma justificativa tããão aceitável para o meu jeito, mas não consigo ver a tua, e não é porque é mais fácil tomarmos o nosso partido e tapar os olhos aos outros, não. É que no meu mundo se perdoa de olhos fechados o amor em excesso, mas o desamor (ou a ausência de expressão que faz o amor de disfarçar de DESamor) não consegue tem vez.
Dizer que amo pra mim já tornou-se em vão, parece que nada que eu faça irá tornar essa pedra um pouco abalável. É, a música que eu mais gosto começa a se aplicar em minha vida.
"Inabalável
Não há como fazer você parar pra pensar
Como eu tenho agido nos últimos dias
Em que eu lhe vi"
Como eu tenho agido nos últimos dias
Em que eu lhe vi"
É certo que largar mão de algo que você gosta demais o fará sofrer, porém se já há um sofrimento e não há um abraço apertado para suprir esse espaço, qual seria o menor sofrimento?
e por favor não pense que isso é o que eu quero, eu quero só você, mas quero de corpo e alma!
@MarlonFernando
domingo, 7 de novembro de 2010
Palavras batidas, gastas.
Já havia escrito um texto enorme falando de Amor x Desamor, mas não acho que vale mais ficar batendo na mesma tecla. Já falei tudo o que tinha que ser dito. Já olhei nos olhos, chorei, conversei, pedi por favor. Me humilhei, mas não tenho carrego a cruz por preguiça de tentar. Eu tentei. Agora só espero que esteja aqui, mas queira estar.
"Quem ama nesta vida, as vezes ama sem querer!"
Cazuza
@MarlonFernando
"Quem ama nesta vida, as vezes ama sem querer!"
Cazuza
@MarlonFernando
sexta-feira, 5 de novembro de 2010
Pós-Pub
"Enquanto todo mundo espera a cura do mal
E a loucura finge que isso tudo é normal
Eu finjo ter paciência
O mundo vai girando cada vez mais veloz
A gente espera do mundo e o mundo espera de nós
Um pouco mais de paciência
Será que é o tempo que lhe falta pra perceber
Será que temos esse tempo pra perder
E quem quer saber
A vida é tão rara (Tão rara)"
-
Um copo transbordando sentimentos tão diferentes, que se misturam em minha cabeça e chega parecer que estão contra mim. É amor, é medo, é carinho, é desconfiança, é insegurança, é respeito, é vontade de acreditar, é uma torcida gigantesca para que dê tudo certo, é mais uma dose de medo de quebrar a cara...
Me assumo diretamente culpado por tanto sentimento bom, assim como me sinto o dono majoritário da senhora insegurança, mas tenho que deixar claro que existe um pequeno acionista aí.
Eu finjo ter paciência, eu realmente finjo, mas tem uma hora que não dá. E eu lamento muitissimo, porque como já dito, também morre quem atira. Eu peco em sentimentos que, quem realmente me conhece sabe que, não são meus: medo, insegurança. Do outro lado peca em contradições. Não estou aqui apontando os erros de ninguém, estou é tentando encontrar uma brecha pra encontrarmos a saída nesse canto onde estamos sendo enfiados por terceiros que são quase quartos, quintos... ao menos pra mim. Na vida nós só podemos dizer por nós mesmo, até segunda ordem, então que assim seja. Existe muito amor aqui, amor até mais do que eu queria, se é que eu queria amor. Resta vontade de acreditar, vontade de confiar, vontade de voltar a auto-confiar. O medo que existe dentro de mim toma conta de mim inteiro. É um medo de me trair comigo mesmo, medo de deixar de lado eu pra viver por alguém enquanto pode não ser tão reciproco assim. Eu paro, penso, penso e me pergunto: "Até onde iria mesmo por mim? Até onde eu iria mesmo por ti?", o problema é que pra ambas as perguntas eu não tenho uma resposta. Como disse, posso dizer apenas por mim, e digo, eu iria tão longe que não sei se conseguiria voltar.
Eu vou embarcando nessa mesmo, vou me deixar ir até onde o tempo puder me levar, só peço encarecidamente, não me machuque porque eu gosto tanto quando consigo confiar no "eu te amo", quando posso sentir essa frase bem no pé-d'ouvido. Enquanto isso eu vou aprendendo com meus erros, vou conhecendo os meus limites, vou testando minha paciência e vou distribuindo todo meu amor, só espero não ficar vazio!
"Se você der ao mundo e aos outros o melhor de si mesmo, você corre o risco de se machucar.
Dê o que você tem de melhor, mesmo assim."
(Tem tanta coisa que não disse aí, mas penso, em sua maioria coisas boas. Sei que estou muito errado em várias coisas, ms sei que estou certo em várias outras. Texto escrito bem rápido devido o efeito do Dramin).
E a loucura finge que isso tudo é normal
Eu finjo ter paciência
O mundo vai girando cada vez mais veloz
A gente espera do mundo e o mundo espera de nós
Um pouco mais de paciência
Será que é o tempo que lhe falta pra perceber
Será que temos esse tempo pra perder
E quem quer saber
A vida é tão rara (Tão rara)"
-
Um copo transbordando sentimentos tão diferentes, que se misturam em minha cabeça e chega parecer que estão contra mim. É amor, é medo, é carinho, é desconfiança, é insegurança, é respeito, é vontade de acreditar, é uma torcida gigantesca para que dê tudo certo, é mais uma dose de medo de quebrar a cara...
Me assumo diretamente culpado por tanto sentimento bom, assim como me sinto o dono majoritário da senhora insegurança, mas tenho que deixar claro que existe um pequeno acionista aí.
Eu finjo ter paciência, eu realmente finjo, mas tem uma hora que não dá. E eu lamento muitissimo, porque como já dito, também morre quem atira. Eu peco em sentimentos que, quem realmente me conhece sabe que, não são meus: medo, insegurança. Do outro lado peca em contradições. Não estou aqui apontando os erros de ninguém, estou é tentando encontrar uma brecha pra encontrarmos a saída nesse canto onde estamos sendo enfiados por terceiros que são quase quartos, quintos... ao menos pra mim. Na vida nós só podemos dizer por nós mesmo, até segunda ordem, então que assim seja. Existe muito amor aqui, amor até mais do que eu queria, se é que eu queria amor. Resta vontade de acreditar, vontade de confiar, vontade de voltar a auto-confiar. O medo que existe dentro de mim toma conta de mim inteiro. É um medo de me trair comigo mesmo, medo de deixar de lado eu pra viver por alguém enquanto pode não ser tão reciproco assim. Eu paro, penso, penso e me pergunto: "Até onde iria mesmo por mim? Até onde eu iria mesmo por ti?", o problema é que pra ambas as perguntas eu não tenho uma resposta. Como disse, posso dizer apenas por mim, e digo, eu iria tão longe que não sei se conseguiria voltar.
Eu vou embarcando nessa mesmo, vou me deixar ir até onde o tempo puder me levar, só peço encarecidamente, não me machuque porque eu gosto tanto quando consigo confiar no "eu te amo", quando posso sentir essa frase bem no pé-d'ouvido. Enquanto isso eu vou aprendendo com meus erros, vou conhecendo os meus limites, vou testando minha paciência e vou distribuindo todo meu amor, só espero não ficar vazio!
"Se você der ao mundo e aos outros o melhor de si mesmo, você corre o risco de se machucar.
Dê o que você tem de melhor, mesmo assim."
(Tem tanta coisa que não disse aí, mas penso, em sua maioria coisas boas. Sei que estou muito errado em várias coisas, ms sei que estou certo em várias outras. Texto escrito bem rápido devido o efeito do Dramin).
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